Site do SP ROAD está no ar!

12 12 2011

Para fechar o ano com chave de ouro que tal um site novinho em folha para você? A partir de hoje o SP ROAD está de casa nova!

O Guia Alternativo de São Paulo está no ar, com todas as informações que você precisa para desfrutar da cidade que não para nunca!

Acesse agora mesmo > http://www.sproad.com.br

Vai perder?!

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Confira o que rolou na abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

11 11 2011

> Nesta quinta-feira, 10 de Novembro aconteceu a abertura do  19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

Ontem rolou a abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual no Cine Sesc no endereço mais alternativo de São Paulo a Rua Augusta.  A convidada para fazer a abertura foi a apresentadora Penélope Nova, mas claro que os dois queridos João Federici e André Fischer, diretores do Festival Mix Brasil, não poderiam faltar e deram o seu toque especial!

A abertura foi com a exibição do longa-metragem francês Tomboy, de Céline Sciamma. Com um tema delicado, o filme retrata a história de uma menina de 10 anos que muda com sua família para um novo bairro e se apresenta aos novos amigos como menino, a delicadeza que a autora tratou o tema, foi perfeito e inteligente. Esse é mais um filme que entrará para os favoritos.

Confira quem compareceu a abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual no álbum do Facebook do SP ROAD!

A programação completa do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual já está disponível no site Mix Brasil.

 





> Essa quinta-feira tem Moving @ D-edge!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro tem Moving @ D-edge!

Considerada uma das melhores baladas de São Paulo, D-edge recebe hoje a festa Moving.
Pista 1:
Kuba Stepp
Jamie Jones (Hot Creations – Reino Unido)
Renato Ratier vs Diogo Accioly

Pista 2:
Gabriel Boni
Nepal (RJ)

Lounge:
Ingrid (b-day)
Gabriel Boni
Kuba Stepp vs Diogo Accioly

COMO? ONDE? QUANDO?
D-EDGE
Onde? Al. Olga, 170 – Barra Funda – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 23h30
Quanto? Na lista: Mulher R$ 20,00 na entrada e Homem R$50,00 entrada. Sem lista: Mulher R$ 30,00 entrada e Homem R$ 70,00 entrada.Consumaçao: Mulher R$ 60 e Homem R$140,00 * Listas até as 19h anna.biazin@gmail.com




> Quinta-feira tem Fatnotronic + Database + Funhell DJs @ Bar Secreto!

10 11 2011

> Quinta-feira, 10 de Novembro tem Fatnotronic + Database + Funhell DJs @ Bar Secreto!

Quer ir para um lugar bacana e dançar ao som de boas músicas?! Então cai junto com o line-up da festa de hoje no Bar Secreto que você não irá se arrepender!

Fatnotronic
Database
Funhell DJs

COMO? ONDE? QUANDO?
BAR SECRETO
Onde? Rua Álvaro Anes, 97 – Pínheiros – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 23h30
Quanto? R$ 50, 00 de consumação com o nome na lista até meia-noite após R$ 60,00 de consumação. Nome na lista pelo site do Bar Secreto 




Confira nesta quinta-feira a peça “O que terá aconteceido a Rosemary?” @ Teatro Ruth Escobar!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro tem apresentação da peça “O que terá aconteceido a Rosemary” ? @ Teatro Ruth Escobar!

“O que terá acontecido a Rosemary?”, pergunta o título do espetáculo teatral que cumpriu temporada em Santos e litoral de São Paulo e que desembarca na capital paulista em setembro. Para os iniciados em cinema, o título soa familiar. “O que terá acontecido a Baby Jane?” é um clássico de Hollywood, rodado em branco e preto em 1962, com as divas Bette Davis e Joan Crawford já iniciando uma fase decadente, e assumindo isso no própr…io filme – interpretam irmãs velhas, mórbidas e inimigas.
 
Além dessa fita, a peça se inspira também em “A Malvada” (1950, também estrelado por Bette Davis, também feito em P&B) e “Mamãezinha Querida” (1981, onde Faye Dunaway encarnava a própria Joan Crawford, uma megera na vida pessoal).

Parodiando e homenageando esses filmes, a peça mistura ainda referências às chanchadas do cinema brasileiro dos anos 50, além de debochar de programas de auditório. Tudo isso para mostrar a disputa entre as irmãs Rosemary e Betty Blue, ávidas para conquistar a fama e o sucesso. A mãe delas, Mammy Blue, tem preferência por Betty Blue, a filha mais talentosa. Rosemary decide então se vingar da irmã.

Interpretando a mãe e as filhas estão os atores Kadu Veríssimo, Júnior Brassalotti e Luiz Fernando Almeida. A direção é de Andre Leahun.

 
COMO? ONDE? QUANDO?
Teatro Ruth Escobar
Onde? Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 21h30
Quanto? R$ 40,00 inteira ou R$ 20,00 meia entrada




> Hoje tem Thaís Gulin @ Studio SP!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro acontece o show da Thaís Gulin @ Studio SP!

O trombone que leva a introdução de ôÔÔôôÔôÔ, o violão que conduz a harmonia, a marcação precisa do surdo (do especialista Gordinho) e até um apito que se ouve ao fundo nos dá a certeza de que estamos, sim, em pleno Rio de Janeiro e entrando no universo do samba. Na mesma introdução, uma sutil guitarra distorcida, os silêncios e as poucas notas de um piano Rhodes nos fazem lembrar que sim, estamos no samba, mas de certa forma vendo as coisas, senão de fora (pois trata-se de um samba de verdade, ou um antissamba-enredo), com o frescor de quem chegou de fora, cheio de ideias novas.

O surpreendente samba autoral que abre e batiza o segundo disco da cantora e compositora curitibana radicada no Rio Thaís Gulin – composto no carnaval de 2010 antes do desfile da Mangueira, sua escola de coração – é tão explícito nas suas intenções na letra quanto na produção musical descrita acima: “Eu vou cair nessa avenida/Eu vou/Eu vou atrapalhar a sua escola/Eu vou/ôÔÔôôÔôÔ/Vou sair pra atropelar seu enredo/A bateria correu/Todos os surdos com medo/E quem puxava o samba era eu”.

Thaís Gulin interpreta a canção Se eu soubesse que Chico Buarque fez para a própria e já cantou com ela: “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

ôÔÔôôÔôÔ é assim, o encontro de Thaís Gulin com o Rio, cidade que adotou há oito anos e que vem conquistando aos poucos, em pequenos shows calcados em seu primeiro disco, de uns quatro anos atrás. Mas se aquele refletia vinte e poucos anos de vivências, e vivências em Curitiba (que incluía canções do paranaense Arrigo Barnabé, mas também do paraibano Zé Ramalho ou do carioca Nelson Sargento), este ôÔÔôôÔôÔreflete exclusivamente vivências cariocas.
E o que emerge é um Rio encantador e misterioso, um Rio que se palmilha a pé, das caminhadas na Lagoa aos bares da Lapa, como nas canções peripatéticas da fase mais recente de Chico Buarque.  A canção Se eu soubesse, que Chico fez para Thaís e canta com ela, é, além de um grande opus buarquiano típico de sua produção atual, não menos representativo do leitmotiv carioca do disco. “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

Na produção musical da faixa, o teclado meio de brinquedo de Sacha Amback, o violoncelo de Jacques Morelembaum e, principalmente, a harpa de Cristina Braga conferem à canção tão realista de Chico uma atmosfera de sonho. Passear pelo disco de Thaís é um pouco isso: andar pelo Rio de Janeiro, mas um Rio de Janeiro algo suspenso, algo imaginário, onírico, real mas encantado. É andar por aí distraído, leve, como andamos no Rio, mas por vezes se deparar com altas voltagens musicais e poéticas.

Na valsa Horas cariocas, da própria Thaís, esse espírito fica ainda mais explícito. A instrumentação tipicamente carioca – com o violão de sete cordas de Luiz Filipe de Lima e o cavaquinho de estirpe de Mauro Diniz – mistura-se a guitarra, piano Rhodes e até uma flauta de êmbolo para reforçar a ideia de um Rio real e onírico (a tal “confusão das horas cariocas”), tão claro na letra.

O ambiente de sonho se evidencia na canção que Tom Zé canta com Thaís, Ali sim, Alice, inspirada em Alice no País das Maravilhas. A visão ao mesmo tempo onírica e real de Alice não deixa de ser mais um resumo do espírito do disco, esse realismo suspenso a dois centímetros do chão.

Outra faixa que encerra o espírito do disco, talvez a que na intimidade do pensamento da artista seja a mais significativa, é a pequena e densa peça instrumental The glory hole. A expressão inglesa designa os buracos na parede pelos quais as pessoas fazem sexo com desconhecidos em boates eróticas e, como na música, reflete o misto de medo e prazer, de atração e mistério, de íntimo e desconhecido que o Rio exerce em Thaís.

Thaís Gulin trabalhou o repertório de ôÔÔôôÔôÔa cada um dos dias que viveu no último ano, literalmente. Tanto que se o conteúdo é definido pela vivência carioca, a sonoridade do trabalho foi muito influenciada por viagens que ela fez no período a Buenos Aires e Belém.

De Buenos Aires, há sempre um clima de tango, de noites enfumaçadas passadas na rua ou na solidão do quarto, de uma imaginária ponte boêmia Caminito-Lapa. Tal ponte pode pegar um desvio para os bailes de Belém, como no delicioso carimbó Água, do produtor do disco Kassin. (Notem que na música feliz e relaxada de Kassin há a harpa no fundo, como que abrindo a cortina de sonhos, e há a ironia da letra, duas marcas tão fortes do disco).

Além do universo autoral muito claro (mesmo quando canta canções dos outros), Thaís sabe muito bem o que quer musicalmente. É precisa na forma de cantar, perfeita na afinação, na dicção mas, mais do que isso, no balanço, no humor (quando é o caso) e no lirismo, no estilo de cada canção. Trata-se, é evidente, de uma cantora que domina seu ofício. E que, por isso, pode ir além.

Há, neste sentido,  um prodígio neste disco, que o distingue dos trabalhos da maior parte das cantoras atuais, em geral com conteúdos divorciados das produções musicais. Em ôÔÔôôÔôÔ, Thaís finalmente une um conteúdo exemplar, melodias e letras marcantes, com uma produção musical moderna. Para isso, muito contribuíram os produtores Alê Siqueira e o próprio Kassin, escudeiros de Thaís (co-produtora do disco) nos arranjos e na sonoridade do disco, de atenção ao conteúdo e à melhor maneira de vesti-lo, indissociáveis.

Exemplos dessa adequação conteúdo/produção estão em cada faixa, mas quando o disco explora os gêneros musicais isso fica mais evidente. Como no Frevinho (parceria de Thaís com Moreno Veloso), ao mesmo tempo tradicional e cheio de pequenas invenções. Ou no xote-rock Revendo amigos, mais uma maravilha da dupla Jards Macalé e Waly Salomão (da melhor safra, 1972, originalmente escrita para uma velha novela da TV Tupi, Tempo de viver) redescoberta por Thaís e apresentada aqui numa versão crua de guitarra-baixo-bateria. Ou ainda em Little Boxes, velha canção de protesto caipira da americana Malvina Reynolds (música que abre a série de TV Weeds, que passa no cantal GNT) rearranjada com influência da moda de viola brasileira, numa curiosa união Sul (dos Estados Unidos)-Sul (do Brasil).

Seja numa daquelas baladas certeiras como Encantada, de Adriana Calcanhotto (uma cantora-compositora que fez o mesmo caminho de Thaís, do Sul para o Rio, trazendo uma nova visão carioca); numa parceria com Ana Carolina (e Kassin) como Quantas bocas (a grande canção pop do disco); ou num flerte de encomenda (para a novela homônima) com a MPB tradicional no tango (e faixa-bônus) Paixão Passione, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, o que sobressai é sempre um pensamento e um estilo de uma cantora e compositora que sabe o que quer, e que tem um universo próprio. E que já fez uma opção artística e existencial clara, explícita na opção por se radicar no Rio, por fazer música brasileira com jeito contemporâneo, condensada na canção-manifesto assinada pelo jovem compositor carioca  Rodrigo Bittencourt, Cinema americano: “Prefiro os nossos sambistas”, canta Thaís, em mais um verso carioca e inusitado, como quase todos de ôÔÔôôÔôÔ.

COMO? ONDE? QUANDO?
STUDIO SP
Onde? Rua Augusta, 591 – Consolação – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 22h
Quanto? R$ 30,00 na porta ou R$ 25,00 com o nome na lista do site até às 18h




> Essa quinta-feira tem Fuck Yeah @ Alberta #3!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro tem Fuck Yeah @ Alberta #3!

A festa mensal FUCK YEAH é organizada pela dupla de cineastas ADIPE NETO & MARIANA BASTOS. Conta com boa música, amigos e profissionais da sétima arte atuando nas pick-ups!

Nesta quinta os convidados são BINHO MR. HAT, DANIEL RAAD, CARLA ELEKTRA e PAULO CARVAS.

COMO? ONDE? QUANDO?
Alberta #3
Onde? Av. São Luís, 272 – Centro – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 20h
Quanto? Casa abre 19h, entrada grátis até 22h, depois R$25,00 na porta ou R$15,00  com nome na lista fyeah.alberta3@gmail.com (emails até 18h)