> Hoje tem Thaís Gulin @ Studio SP!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro acontece o show da Thaís Gulin @ Studio SP!

O trombone que leva a introdução de ôÔÔôôÔôÔ, o violão que conduz a harmonia, a marcação precisa do surdo (do especialista Gordinho) e até um apito que se ouve ao fundo nos dá a certeza de que estamos, sim, em pleno Rio de Janeiro e entrando no universo do samba. Na mesma introdução, uma sutil guitarra distorcida, os silêncios e as poucas notas de um piano Rhodes nos fazem lembrar que sim, estamos no samba, mas de certa forma vendo as coisas, senão de fora (pois trata-se de um samba de verdade, ou um antissamba-enredo), com o frescor de quem chegou de fora, cheio de ideias novas.

O surpreendente samba autoral que abre e batiza o segundo disco da cantora e compositora curitibana radicada no Rio Thaís Gulin – composto no carnaval de 2010 antes do desfile da Mangueira, sua escola de coração – é tão explícito nas suas intenções na letra quanto na produção musical descrita acima: “Eu vou cair nessa avenida/Eu vou/Eu vou atrapalhar a sua escola/Eu vou/ôÔÔôôÔôÔ/Vou sair pra atropelar seu enredo/A bateria correu/Todos os surdos com medo/E quem puxava o samba era eu”.

Thaís Gulin interpreta a canção Se eu soubesse que Chico Buarque fez para a própria e já cantou com ela: “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

ôÔÔôôÔôÔ é assim, o encontro de Thaís Gulin com o Rio, cidade que adotou há oito anos e que vem conquistando aos poucos, em pequenos shows calcados em seu primeiro disco, de uns quatro anos atrás. Mas se aquele refletia vinte e poucos anos de vivências, e vivências em Curitiba (que incluía canções do paranaense Arrigo Barnabé, mas também do paraibano Zé Ramalho ou do carioca Nelson Sargento), este ôÔÔôôÔôÔreflete exclusivamente vivências cariocas.
E o que emerge é um Rio encantador e misterioso, um Rio que se palmilha a pé, das caminhadas na Lagoa aos bares da Lapa, como nas canções peripatéticas da fase mais recente de Chico Buarque.  A canção Se eu soubesse, que Chico fez para Thaís e canta com ela, é, além de um grande opus buarquiano típico de sua produção atual, não menos representativo do leitmotiv carioca do disco. “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

Na produção musical da faixa, o teclado meio de brinquedo de Sacha Amback, o violoncelo de Jacques Morelembaum e, principalmente, a harpa de Cristina Braga conferem à canção tão realista de Chico uma atmosfera de sonho. Passear pelo disco de Thaís é um pouco isso: andar pelo Rio de Janeiro, mas um Rio de Janeiro algo suspenso, algo imaginário, onírico, real mas encantado. É andar por aí distraído, leve, como andamos no Rio, mas por vezes se deparar com altas voltagens musicais e poéticas.

Na valsa Horas cariocas, da própria Thaís, esse espírito fica ainda mais explícito. A instrumentação tipicamente carioca – com o violão de sete cordas de Luiz Filipe de Lima e o cavaquinho de estirpe de Mauro Diniz – mistura-se a guitarra, piano Rhodes e até uma flauta de êmbolo para reforçar a ideia de um Rio real e onírico (a tal “confusão das horas cariocas”), tão claro na letra.

O ambiente de sonho se evidencia na canção que Tom Zé canta com Thaís, Ali sim, Alice, inspirada em Alice no País das Maravilhas. A visão ao mesmo tempo onírica e real de Alice não deixa de ser mais um resumo do espírito do disco, esse realismo suspenso a dois centímetros do chão.

Outra faixa que encerra o espírito do disco, talvez a que na intimidade do pensamento da artista seja a mais significativa, é a pequena e densa peça instrumental The glory hole. A expressão inglesa designa os buracos na parede pelos quais as pessoas fazem sexo com desconhecidos em boates eróticas e, como na música, reflete o misto de medo e prazer, de atração e mistério, de íntimo e desconhecido que o Rio exerce em Thaís.

Thaís Gulin trabalhou o repertório de ôÔÔôôÔôÔa cada um dos dias que viveu no último ano, literalmente. Tanto que se o conteúdo é definido pela vivência carioca, a sonoridade do trabalho foi muito influenciada por viagens que ela fez no período a Buenos Aires e Belém.

De Buenos Aires, há sempre um clima de tango, de noites enfumaçadas passadas na rua ou na solidão do quarto, de uma imaginária ponte boêmia Caminito-Lapa. Tal ponte pode pegar um desvio para os bailes de Belém, como no delicioso carimbó Água, do produtor do disco Kassin. (Notem que na música feliz e relaxada de Kassin há a harpa no fundo, como que abrindo a cortina de sonhos, e há a ironia da letra, duas marcas tão fortes do disco).

Além do universo autoral muito claro (mesmo quando canta canções dos outros), Thaís sabe muito bem o que quer musicalmente. É precisa na forma de cantar, perfeita na afinação, na dicção mas, mais do que isso, no balanço, no humor (quando é o caso) e no lirismo, no estilo de cada canção. Trata-se, é evidente, de uma cantora que domina seu ofício. E que, por isso, pode ir além.

Há, neste sentido,  um prodígio neste disco, que o distingue dos trabalhos da maior parte das cantoras atuais, em geral com conteúdos divorciados das produções musicais. Em ôÔÔôôÔôÔ, Thaís finalmente une um conteúdo exemplar, melodias e letras marcantes, com uma produção musical moderna. Para isso, muito contribuíram os produtores Alê Siqueira e o próprio Kassin, escudeiros de Thaís (co-produtora do disco) nos arranjos e na sonoridade do disco, de atenção ao conteúdo e à melhor maneira de vesti-lo, indissociáveis.

Exemplos dessa adequação conteúdo/produção estão em cada faixa, mas quando o disco explora os gêneros musicais isso fica mais evidente. Como no Frevinho (parceria de Thaís com Moreno Veloso), ao mesmo tempo tradicional e cheio de pequenas invenções. Ou no xote-rock Revendo amigos, mais uma maravilha da dupla Jards Macalé e Waly Salomão (da melhor safra, 1972, originalmente escrita para uma velha novela da TV Tupi, Tempo de viver) redescoberta por Thaís e apresentada aqui numa versão crua de guitarra-baixo-bateria. Ou ainda em Little Boxes, velha canção de protesto caipira da americana Malvina Reynolds (música que abre a série de TV Weeds, que passa no cantal GNT) rearranjada com influência da moda de viola brasileira, numa curiosa união Sul (dos Estados Unidos)-Sul (do Brasil).

Seja numa daquelas baladas certeiras como Encantada, de Adriana Calcanhotto (uma cantora-compositora que fez o mesmo caminho de Thaís, do Sul para o Rio, trazendo uma nova visão carioca); numa parceria com Ana Carolina (e Kassin) como Quantas bocas (a grande canção pop do disco); ou num flerte de encomenda (para a novela homônima) com a MPB tradicional no tango (e faixa-bônus) Paixão Passione, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, o que sobressai é sempre um pensamento e um estilo de uma cantora e compositora que sabe o que quer, e que tem um universo próprio. E que já fez uma opção artística e existencial clara, explícita na opção por se radicar no Rio, por fazer música brasileira com jeito contemporâneo, condensada na canção-manifesto assinada pelo jovem compositor carioca  Rodrigo Bittencourt, Cinema americano: “Prefiro os nossos sambistas”, canta Thaís, em mais um verso carioca e inusitado, como quase todos de ôÔÔôôÔôÔ.

COMO? ONDE? QUANDO?
STUDIO SP
Onde? Rua Augusta, 591 – Consolação – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 22h
Quanto? R$ 30,00 na porta ou R$ 25,00 com o nome na lista do site até às 18h




Dias 25 e 26 de Novembro acontece o show de Luiza Possi @ Tom Jazz!

5 11 2011

> Entre os dias 24 e 25 de Novembro acontece o show de Luiza Possi @ Tom Jazz!

Promovido pela rádio Nova Brasil FM, o Projeto Sons da Nova traz Luiza Possi ao palco do Tom Jazz, nos dias 25 e 26 de novembro. O show faz parte da turnê de seu mais recente CD e DVD, “Seguir Cantando”.

“É um passo muito importante e grande na minha vida, é um momento de mudanças, de ir de encontro com quem eu sou”, explica Luiza.

O repertório foi escolhido a dedo por ela. Entre as músicas que serão apresentadas no palco do Tom Jazz, estão: “Abençoador” (Paulo Novaes), “Ainda é Tudo Seu” (Luiza Possi e Dudu Falcão), “O Portão” (Roberto Carlos) e “Maneiras” (de Chico da Silva, famosa nos vocais de Zeca Pagodinho), “Desculpe o Auê” (Rita Lee) e “Folhetim” (Chico Buarque), já cantada por Luiza nas últimas turnês. As músicas que consagraram a carreira de Luiza também comparecerão, como “Eu Espero”, “Tudo Certo” e “Tudo que Há de Bom”.

Nos dois dias do Projeto ‘Sons da Nova’, Luiza vem acompanhada de sua banda, formada pelos músicos Bruno Coppini (baixo), Ramon Montagner (bateria), Will Bone (metais) e Conrado Goys (guitarra e violão). A direção musical é de Conrado Goys e Luiza Possi.

COMO? ONDE? QUANDO?
Tom Jazz
Onde? Av. Angélica, 2331 – Consolação – SP
Quando? Dias 25 e 26 de Novembro às 22h
Quanto? R$ 120,00 




> Dia 06 de Novembro Interpol faz show extra em SP @ Clash Club!

31 10 2011

> Dia 06 de Novembro, Domingo a banda Interpol faz show extra em SP @ Clash Club!

Formada atualmente por Paul Banks (vocal e guitarra), Daniel Kessler (guitarra e vocal) e Sam Fogarino (baterista), a banda Interpol confirma passagem pelo Brasil e faz show extra no Clash Club. O show será aberto ao público, mas com venda de ingressos limitada, com preços que variam de R$ 70,00 (estudante) a R$ 140,00. Pré-venda de ingressos no site da Interpol dias 24 e 25 de agosto e venda aberta ao público a partir do dia 26.

Interpol esta na estrada desde 1997. Agora com a divulgação do novo trabalho auto-intitulado, que será lançado no dia 13 de setembro. O trio já possui uma agenda repleta de apresentação até o final do ano, com passagem pela América do Norte, Europa e Reino Unido. Além disso, nas datas finais da turnê, o trio vai acompanhar os shows da banda U2, passando pela França, Espanha, Itália, Bélgica e Portugal.

Com três discos lançados, a Interpol obteve a consagração com o primeiro álbum intitulado “Turn On The Bright Lights” (2002), ganhou disco de ouro com “Antics” (2004) e em 2007, alcançou as paradas de sucesso do Reino Unido e Estados Unidos com “Our Love to Admire”.
 
O trio é uma das bandas que se apresenta no Festival Planeta Terra dia 05 de Novembro!
 
COMO? ONDE? QUANDO?
CLASH CLUB
Onde? Rua Barra Funda, 969 – Barra Funda- SP
Quando? Domingo, 06 de Novembro as 21h
Quanto?  R$ 70,00 (estudante) / R$ 140,00 inteira. Compra pelo site Ingresso Rapido 




> Sexta-feira tem show do Vanguart @ Museu da Imagem e do Som!

31 10 2011

Sexta-feira, 04 de Novembro tem show do Vanguart @ Museu da Imagem e do Som!

A banda Vanguart, revelação do cenário indie nacional, apresenta seu folk rock na terceira edição Estéreo MIS, projeto mensal do MIS (instituição da Secretaria de Estado da Cultura) que tem por objetivo fomentar a música independente brasileira. O show acontece no dia 4 de novembro, sexta-feira, às 21h30 no Auditório MIS.

O grupo, formado por Helio Flanders (vocal e violão), Reginaldo Lincoln (baixo), Douglas Godoy (bateria), David Dafré (guitarra) e Luiz Lazzaroto (teclado), apresenta as músicas de seu segundo álbum, “Boa Parte de Mim Vai Embora”. O disco é composto por 13 faixas autorais, todas em português, com exceção de “Mi Vida Eres Tu”, com trechos em espanhol. Melancólico e romântico, o novo trabalho “fala sobre a alegria e a tristeza de encontros, desencontros, partidas e chegadas” – explica o compositor, vocalista e violonista Hélio Flanders.

Para a gravação de “Boa Parte de Mim Vai Embora”, a banda recrutou a violinista Fernanda Kostchak. Ela aparece na capa do disco, e participa tanto da gravação e arranjos de algumas canções do disco como dos shows da banda nessa nova turnê, passando a ser a sexta integrante do Vanguart.

COMO? ONDE? QUANDO?
MIS
Onde?  Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – SP
Quando? Sexta-feira, 04 de Novembro às 21h30
Quanto? R$ 14,00 Compra pelo site Ingresso Rápido




> Esse sábado tem show do Del Rey @ Studio SP!

29 10 2011

> Esse sábado,29 de Outubro tem show do Del Rey @ Studio SP!

A DEL REY começou por causa da maior dor do mundo, a desilusão amorosa. Um amor em crise e a vontade de expressar musicalmente a angústia que o desentendimento causava. Nada melhor do que as baladas do rei Roberto Carlos, que tanto cantou sobre as inesgotáveis possibilidades de amor em toda sua plenitude romântica, para se fazer escutar. “As músicas mexem com o coração de todos da banda e quando estamos tocando, cada um põe a alma e o coração em serviço da canção”, diz China. “Por isso, cada música ganha nosso sentido e nosso balanço”, acrescenta.

Em maio de 2003 surgiu a idéia de formar a banda, após um telefonema de uma amiga que pedia sugestão de um grupo para animar uma festa. Com o telefone na orelha, eles acabavam de encontrar a primeira oportunidade para “ensaiar” a Del Rey e ver se o negócio tinha futuro. Poucos dias depois, China (ex-Sheik Tosado, agora com projeto solo), Chiquinho, Felipe S, Samuel e Vicente (todos da Mombojó) já faziam o primeiro show no Capibar, um bar na margem do Rio Capibaribe, em Recife.

O sucesso foi inesperado. A partir daí surgiram inúmeros convites para tocar em outros lugares e o grupo decidiu levar a idéia em frente. A formação mudou um pouco, saiu Samuel e entrou Marcelo Machado, também da Mombojó. Mas a diversão continua a mesma. Amigos que se juntam para tomar cerveja, tocando as músicas que ouvem em casa da maneira que elas os atingem, sem se preocupar com o público ou com somas de dinheiro.

“De certa forma, a DEL REY ajuda nos projetos oficiais de todos, por ser uma válvula de escape. Sem preocupações, vamos conhecendo e experimentando novas sonoridades, atingindo outro tipo de público e, por que não, divulgando nossos trabalhos oficiais”, lembra China.

China e mombojó trocam figurinhas há cinco anos. Depois da primeira experiência, não pararam de fazer projetos juntos. Uma brincadeira saudável, que acabou virando coisa séria e instrutiva. Com quatro anos de formação, a Del Rey já se apresenta Brasil afora e coleciona boas críticas em vários jornais, revistas e programas televisivos do País.

COMO? ONDE? QUANDO?
STUDIO SP
Onde? Rua Augusta, 591 – Consolação – SP
Quando? Sábado, 29 de Outubro às 23h
Quanto? R$ 30,00 antecipado ou R$ 35,00 antecipado




> Sexta-feira tem shows do Apanhador Só @ Studio SP!

14 10 2011

> Sexta-feira, 14 de Outubro tem shows do Apanhador Só @ Studio SP!

Um punhado de belas canções e uma invejável capacidade de cativar o público de imediato: foram estes ingredientes que garantiram ao Apanhador Só prestígio e destaque na fértil cena musical brasileira, desde 2006, quando surgiu com o EP Embrulho Pra Levar.

Com versos filosóficos e música de espírito aventureiro, o disco do quarteto de Porto Alegre conquistou admiradores fiéis em shows pelos principais palcos do Rio Grande do Sul. Com ele, a banda ganhou, em votação popular, concurso da TramaVirtual e foi ao Rio de Janeiro abrir show de Maria Rita. À viagem seguiram-se apresentações em São Paulo que renderam bons comentários e garantiram regresso à capital paulista, em 2008, no projeto Prata da Casa, do SESC Pompeia, e destaque em matéria do O Estado de S. Paulo sobre “novos artistas para ficar de olho”.

O segredo do sucesso do grupo está no talento para compor canções que remetem a uma ancestralidade pop de assimilação imediata, ao mesmo tempo em que desafia ouvintes atentos a desvendar novas camadas sonoras e líricas a cada audição. Foi esse equilíbrio entre o popular e o experimental que rendeu ao Apanhador Só tanto reconhecimento, antes mesmo de seu primeiro álbum, Apanhador Só, ser lançado em 2010 e ir direto para as listas de melhores daquele ano.

Consagrado pop
Com o lançamento do primeiro disco cheio, choveram elogios nas principais publicações culturais brasileiras destacando a destreza dos gaúchos para renovar e lapidar o rock – fundindo referências do tango ao reggae com o charme da percussão sucateira –, e poesias bem escritas e bem cantadas. Tudo isso numa embalagem impecável: cada canção ganhou uma ilustração do cartunista Fabiano Gummo e caligrafia próprias no encarte do disco – inestimável presente para os que, em plena revolução digital, esgotaram a primeira tiragem da bolachinha nos concorridos shows de lançamento.

O refinamento pop de seu debut colocou, definitivamente, o grupo na linha de frente da nova música brasileira, com direito a indicação na categoria Aposta MTV do Video Music Brasil 2010 e consagração no Prêmio Açorianos de Música, de onde o Apanhador Só saiu laureado por “Melhor Álbum Pop”, “Melhor Produtor Musical” (Marcelo Fruet) e “Melhor Projeto Gráfico” (Rafael Rocha).

Também disponível gratuitamente em seu site, Apanhador Só atingiu a impressionante marca de mais de 50 mil downloads em um ano. Os números se convertem em coro durante os shows, em especial em “Um Rei e o Zé” – cujo clipe, uma adorável e divertida partida de taco-bola produzida com esmero pela Sofá Verde Filmes, é presença constante na programação da MTV e levou a banda a ser indicada ao VMB 2011, desta vez como Revelação.

COMO? ONDE? QUANDO?
STUDIO SP
Onde? Rua Augusta, 591 – SP
Quando? Sexta-feira, 14 de Outubro as 23h
Quanto? R$ 20,00 na porta e R$ 10, oo com nome na lista do site




> Dias 27 e 28 de Outubro tem o show do Marcelo Camelo @ Sesc Ipiranga!

6 10 2011

> Dias 27 e 28 de Outubro tem o show do Marcelo Camelo @ Sesc Ipiranga!

Considerado um dos principais compositores da nova geração, Marcelo Camelo tem uma enorme importância para a música feita no Brasil atualmente. Desde o lançamento do CD Ventura, do Los Hermanos – eleito pela Bravo como o melhor disco brasileiro da década passada -, podemos perceber sua influência sobre outros grupos, como Móveis Coloniais de Acajú, Cidadão Instigado etc. Com o fim temporário do grupo, Camelo partiu em carreira solo, lançando o álbum “Sou”, com influências jazzísticas, do rock, do folk e da tradição da música brasileira. Agora, o compositor lança seu segundo trabalho solo, o CD Toque Dela.

COMO? ONDE? QUANDO?
SESC IPIRANGA
Onde? Rua Bom Pastor, 822 – Ipiranga – SP
Quando? Dias 27 e 28 de Outubro.Quinta e Sexta às 21h
Quanto? Inteira R$ 16,00 ou R$ 8,00 meia entrada