Confira o que rolou na abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

11 11 2011

> Nesta quinta-feira, 10 de Novembro aconteceu a abertura do  19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

Ontem rolou a abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual no Cine Sesc no endereço mais alternativo de São Paulo a Rua Augusta.  A convidada para fazer a abertura foi a apresentadora Penélope Nova, mas claro que os dois queridos João Federici e André Fischer, diretores do Festival Mix Brasil, não poderiam faltar e deram o seu toque especial!

A abertura foi com a exibição do longa-metragem francês Tomboy, de Céline Sciamma. Com um tema delicado, o filme retrata a história de uma menina de 10 anos que muda com sua família para um novo bairro e se apresenta aos novos amigos como menino, a delicadeza que a autora tratou o tema, foi perfeito e inteligente. Esse é mais um filme que entrará para os favoritos.

Confira quem compareceu a abertura do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual no álbum do Facebook do SP ROAD!

A programação completa do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual já está disponível no site Mix Brasil.

 





Confira nesta quinta-feira a peça “O que terá aconteceido a Rosemary?” @ Teatro Ruth Escobar!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro tem apresentação da peça “O que terá aconteceido a Rosemary” ? @ Teatro Ruth Escobar!

“O que terá acontecido a Rosemary?”, pergunta o título do espetáculo teatral que cumpriu temporada em Santos e litoral de São Paulo e que desembarca na capital paulista em setembro. Para os iniciados em cinema, o título soa familiar. “O que terá acontecido a Baby Jane?” é um clássico de Hollywood, rodado em branco e preto em 1962, com as divas Bette Davis e Joan Crawford já iniciando uma fase decadente, e assumindo isso no própr…io filme – interpretam irmãs velhas, mórbidas e inimigas.
 
Além dessa fita, a peça se inspira também em “A Malvada” (1950, também estrelado por Bette Davis, também feito em P&B) e “Mamãezinha Querida” (1981, onde Faye Dunaway encarnava a própria Joan Crawford, uma megera na vida pessoal).

Parodiando e homenageando esses filmes, a peça mistura ainda referências às chanchadas do cinema brasileiro dos anos 50, além de debochar de programas de auditório. Tudo isso para mostrar a disputa entre as irmãs Rosemary e Betty Blue, ávidas para conquistar a fama e o sucesso. A mãe delas, Mammy Blue, tem preferência por Betty Blue, a filha mais talentosa. Rosemary decide então se vingar da irmã.

Interpretando a mãe e as filhas estão os atores Kadu Veríssimo, Júnior Brassalotti e Luiz Fernando Almeida. A direção é de Andre Leahun.

 
COMO? ONDE? QUANDO?
Teatro Ruth Escobar
Onde? Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 21h30
Quanto? R$ 40,00 inteira ou R$ 20,00 meia entrada




> Hoje tem Thaís Gulin @ Studio SP!

10 11 2011

> Essa quinta-feira, 10 de Novembro acontece o show da Thaís Gulin @ Studio SP!

O trombone que leva a introdução de ôÔÔôôÔôÔ, o violão que conduz a harmonia, a marcação precisa do surdo (do especialista Gordinho) e até um apito que se ouve ao fundo nos dá a certeza de que estamos, sim, em pleno Rio de Janeiro e entrando no universo do samba. Na mesma introdução, uma sutil guitarra distorcida, os silêncios e as poucas notas de um piano Rhodes nos fazem lembrar que sim, estamos no samba, mas de certa forma vendo as coisas, senão de fora (pois trata-se de um samba de verdade, ou um antissamba-enredo), com o frescor de quem chegou de fora, cheio de ideias novas.

O surpreendente samba autoral que abre e batiza o segundo disco da cantora e compositora curitibana radicada no Rio Thaís Gulin – composto no carnaval de 2010 antes do desfile da Mangueira, sua escola de coração – é tão explícito nas suas intenções na letra quanto na produção musical descrita acima: “Eu vou cair nessa avenida/Eu vou/Eu vou atrapalhar a sua escola/Eu vou/ôÔÔôôÔôÔ/Vou sair pra atropelar seu enredo/A bateria correu/Todos os surdos com medo/E quem puxava o samba era eu”.

Thaís Gulin interpreta a canção Se eu soubesse que Chico Buarque fez para a própria e já cantou com ela: “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

ôÔÔôôÔôÔ é assim, o encontro de Thaís Gulin com o Rio, cidade que adotou há oito anos e que vem conquistando aos poucos, em pequenos shows calcados em seu primeiro disco, de uns quatro anos atrás. Mas se aquele refletia vinte e poucos anos de vivências, e vivências em Curitiba (que incluía canções do paranaense Arrigo Barnabé, mas também do paraibano Zé Ramalho ou do carioca Nelson Sargento), este ôÔÔôôÔôÔreflete exclusivamente vivências cariocas.
E o que emerge é um Rio encantador e misterioso, um Rio que se palmilha a pé, das caminhadas na Lagoa aos bares da Lapa, como nas canções peripatéticas da fase mais recente de Chico Buarque.  A canção Se eu soubesse, que Chico fez para Thaís e canta com ela, é, além de um grande opus buarquiano típico de sua produção atual, não menos representativo do leitmotiv carioca do disco. “Ah se eu soubesse nem olhava a Lagoa/Não ia mais à praia/De noite não gingava a saia/Não dormia nua/Não ia, assim, sonhar contigo jamais”.

Na produção musical da faixa, o teclado meio de brinquedo de Sacha Amback, o violoncelo de Jacques Morelembaum e, principalmente, a harpa de Cristina Braga conferem à canção tão realista de Chico uma atmosfera de sonho. Passear pelo disco de Thaís é um pouco isso: andar pelo Rio de Janeiro, mas um Rio de Janeiro algo suspenso, algo imaginário, onírico, real mas encantado. É andar por aí distraído, leve, como andamos no Rio, mas por vezes se deparar com altas voltagens musicais e poéticas.

Na valsa Horas cariocas, da própria Thaís, esse espírito fica ainda mais explícito. A instrumentação tipicamente carioca – com o violão de sete cordas de Luiz Filipe de Lima e o cavaquinho de estirpe de Mauro Diniz – mistura-se a guitarra, piano Rhodes e até uma flauta de êmbolo para reforçar a ideia de um Rio real e onírico (a tal “confusão das horas cariocas”), tão claro na letra.

O ambiente de sonho se evidencia na canção que Tom Zé canta com Thaís, Ali sim, Alice, inspirada em Alice no País das Maravilhas. A visão ao mesmo tempo onírica e real de Alice não deixa de ser mais um resumo do espírito do disco, esse realismo suspenso a dois centímetros do chão.

Outra faixa que encerra o espírito do disco, talvez a que na intimidade do pensamento da artista seja a mais significativa, é a pequena e densa peça instrumental The glory hole. A expressão inglesa designa os buracos na parede pelos quais as pessoas fazem sexo com desconhecidos em boates eróticas e, como na música, reflete o misto de medo e prazer, de atração e mistério, de íntimo e desconhecido que o Rio exerce em Thaís.

Thaís Gulin trabalhou o repertório de ôÔÔôôÔôÔa cada um dos dias que viveu no último ano, literalmente. Tanto que se o conteúdo é definido pela vivência carioca, a sonoridade do trabalho foi muito influenciada por viagens que ela fez no período a Buenos Aires e Belém.

De Buenos Aires, há sempre um clima de tango, de noites enfumaçadas passadas na rua ou na solidão do quarto, de uma imaginária ponte boêmia Caminito-Lapa. Tal ponte pode pegar um desvio para os bailes de Belém, como no delicioso carimbó Água, do produtor do disco Kassin. (Notem que na música feliz e relaxada de Kassin há a harpa no fundo, como que abrindo a cortina de sonhos, e há a ironia da letra, duas marcas tão fortes do disco).

Além do universo autoral muito claro (mesmo quando canta canções dos outros), Thaís sabe muito bem o que quer musicalmente. É precisa na forma de cantar, perfeita na afinação, na dicção mas, mais do que isso, no balanço, no humor (quando é o caso) e no lirismo, no estilo de cada canção. Trata-se, é evidente, de uma cantora que domina seu ofício. E que, por isso, pode ir além.

Há, neste sentido,  um prodígio neste disco, que o distingue dos trabalhos da maior parte das cantoras atuais, em geral com conteúdos divorciados das produções musicais. Em ôÔÔôôÔôÔ, Thaís finalmente une um conteúdo exemplar, melodias e letras marcantes, com uma produção musical moderna. Para isso, muito contribuíram os produtores Alê Siqueira e o próprio Kassin, escudeiros de Thaís (co-produtora do disco) nos arranjos e na sonoridade do disco, de atenção ao conteúdo e à melhor maneira de vesti-lo, indissociáveis.

Exemplos dessa adequação conteúdo/produção estão em cada faixa, mas quando o disco explora os gêneros musicais isso fica mais evidente. Como no Frevinho (parceria de Thaís com Moreno Veloso), ao mesmo tempo tradicional e cheio de pequenas invenções. Ou no xote-rock Revendo amigos, mais uma maravilha da dupla Jards Macalé e Waly Salomão (da melhor safra, 1972, originalmente escrita para uma velha novela da TV Tupi, Tempo de viver) redescoberta por Thaís e apresentada aqui numa versão crua de guitarra-baixo-bateria. Ou ainda em Little Boxes, velha canção de protesto caipira da americana Malvina Reynolds (música que abre a série de TV Weeds, que passa no cantal GNT) rearranjada com influência da moda de viola brasileira, numa curiosa união Sul (dos Estados Unidos)-Sul (do Brasil).

Seja numa daquelas baladas certeiras como Encantada, de Adriana Calcanhotto (uma cantora-compositora que fez o mesmo caminho de Thaís, do Sul para o Rio, trazendo uma nova visão carioca); numa parceria com Ana Carolina (e Kassin) como Quantas bocas (a grande canção pop do disco); ou num flerte de encomenda (para a novela homônima) com a MPB tradicional no tango (e faixa-bônus) Paixão Passione, de Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, o que sobressai é sempre um pensamento e um estilo de uma cantora e compositora que sabe o que quer, e que tem um universo próprio. E que já fez uma opção artística e existencial clara, explícita na opção por se radicar no Rio, por fazer música brasileira com jeito contemporâneo, condensada na canção-manifesto assinada pelo jovem compositor carioca  Rodrigo Bittencourt, Cinema americano: “Prefiro os nossos sambistas”, canta Thaís, em mais um verso carioca e inusitado, como quase todos de ôÔÔôôÔôÔ.

COMO? ONDE? QUANDO?
STUDIO SP
Onde? Rua Augusta, 591 – Consolação – SP
Quando? Quinta-feira, 10 de Novembro às 22h
Quanto? R$ 30,00 na porta ou R$ 25,00 com o nome na lista do site até às 18h




> Entre os dias 10 a 20 de Novembro acontece o 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

7 11 2011

> Entre os dias 10 a 20 de Novembro acontece o 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual @ São Paulo!

O tema desta edição é Diversidade Para Todos! O festival terá programação especial no Centro Cultural São Paulo, além das salas do Cinesesc Augusta, Cine Olido, Espaço Unibanco, MIS e sessão open air no Largo do Arouche.

A abertura para convidados será no Cinesesc Augusta no dia 10 de novembro, com a exibição do longa-metragem francês Tomboy, de Céline Sciamma, às 21h. O filme faturou o Teddy Jury Award no Berlin International Film Festival e melhor filme no Torino International Gay & Lesbian Film Festival,em 2011. O filme de abertura retrata a história de uma menina de 10 anos que muda com sua família para um novo bairro e se apresenta aos novos amigos como menino.
 
No dia 11 de novembro, às 19h, ocorre a abertura no Centro Cultural São Paulo, que será inteiro ocupado pelo Festival Mix Brasil. As salas Adoniran Barbosa, Jardel Filho, Paulo Emilio, Espaço Cultural Tarsila do Amaral e Ademar Guerra recebem as principais peças do teatro LGBT dos últimos anos. Durante a abertura, um trio de atores portugueses, apresentará  MistermissmissMister, performance dos bailarinos Ana Borralho, João Galante e Miguel Moreira.
 
Com preços simbólicos, a um real cada sessão, a produção teatral carioca Bent, As Três Velhas encabeçada pela atriz Maria Alice Vergueiro e Hipóteses para o Amor e a Verdade do grupo Sátiros, estão entre as peças selecionadas na 4ª edição do Dramática em Cena, que conta ainda com Dentro da Noite dirigida por Ney Matogrosso, o espetáculo Dizer e Não Pedir Segredo e Portar (ia) silêncio. A programação de teatro terá também o espetáculo infantil O Menino Teresa de Marcelo Romagnoli estrelado por Claudia Missura, que fala sobre a curiosidade que permeia a infância e mostra a determinação da personagem mirim Teresa em desvendar o universo masculino.

 
Uma exposição em homenagem a Claudia Wonder, será instalada no Foyer do CCSP com figurinos, fotos e pertences da artista performer que foi uma das figuras mais emblemáticas de toda uma geração. 
 
O Show do Gongo exibira produções independentes, que serão submetids ao júri popular e convidados comandado por Marisa Orth, na 12ª edição do tradicional Show. Os interessados poderão se inscrever no balcão de credenciamento durante o festival ou até minutos antes do inicio das gongadas, no dia 16 de novembro, no Teatro Sérgio Cardoso. As gongadas começam às 21h.  
 
João Federici e André Fischer, diretores do Festival Mix Brasil, contam que o festival bateu o recorde em inscrições nacionais. A seleção terá dois longas brasileiros, Teus Olhos Meus, do carioca Caio Soh e Vamos Fazer um Brinde, dirigido por Sabrina Rosa e Cavi Borges. E ainda com os documentários Famigerado, sobre o inquieto poeta tropicalista Jomard Muniz de Britto e Cuba Libre de Evaldo Morcazel, que retrata a volta da travesti cubana, Phedra D. Córdoba, ao seu pais após 50 anos  A produção de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, Olhe Pra Mim de Novo, que conta a história do transexual Sylvio Lucio, em um road movie pelo sertão nordestino também está na seleção nacional.
 
Os filmes da Mostra Competitiva Brasil passarão pelo crivo de um júri que contempla formadores de opinião e pessoas ligadas ao cinema. Os filmes da mostra competitiva serão elegíveis ao Premio Aquisição Canal Brasil no valor de R$ 15 mil. O público também poderá escolher seus preferidos nas categorias Melhor Longa, Melhor Documentário e Melhor Curta-Metragem (brasileiro e estrangeiro) que receberão o troféu prateado. E ainda o Troféu Ida Feldman que irápremiar a personalidade que mais se destacar durante o evento.
 
Os destaques do programa Mundo Mix ficam por conta das produções italianas, uma homenagem ao ano da Itália no Brasil. São três documentários: 365 sem a 377 de Adele Tulli, Anjos no corredor da morte de Alessandro Golinelli e Rocco Bernini, e Augusta de Enzo Facente, todos produzidos em 2011. E ainda longas-metragens como a comédia Diferente de Quem?,de Uberto Carteni, e Na boca do lobo de Pietro Marcello e mais um programa de curtas-metragens.
 
A programação completa do 19º Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual já está disponível no site Mix Brasil.
 
COMO? ONDE? QUANDO?
Festival Mix Brasil de Cinema da Diversidade Sexual
Onde? São Paulo – CCSP,  Cinesesc Augusta, Cine Olido, Espaço Unibanco, MIS e sessão open air no Largo do Arouche
Quando? Entre os dias 10 a 20 de Novembro de 2011
Quanto? A partir de R$ 1,00
 




> Hoje acontece a abertura da exposição CA-BRA @ Galeria Vermelho!

4 11 2011

> A Galeria Vermelho apresenta, de 04 a 19 de novembro de 2011, o projeto residência CA-BRA! 

O projeto conta com trabalhos de jovens artistas da Costa Rica, El Salvador, Nicarágua, e do Brasil, criados durante o processo da residência em Belo Horizonte. Além disso, permanece em cartaz até 12 de novembro, a individual Quase Aqui de Daniel Senise, e a instalação Casamento Sagrado de Marco Paulo Rolla.
 
Criada pelo CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte,MG, em parceria com  Espira La Espora, iniciativa de artistas nicaraguense e com a Fundação Clóvis Salgado, MG, a residência CA-BRA integra o projeto Conversas desenvolvido pelo CEIA durante todo o ano de 2011, em Belo Horizonte. O projeto conta ainda com uma residência para artistas locais, um ciclo de seis palestras gratuitas e o lançamento de uma publicação.  Segundo os coordenadores do CEIA Marco Paulo Rolla e Marcos Hill, um dos objetivos principais do projeto é preparar o terreno para um evento maior que ocorrerá em 2012, intitulado “Permeabilidade entre as diversas linguagens artísticas na atualidade”. O evento pretende “promover diálogos possíveis entre as várias expressões midiáticas e estimular o intercâmbio entre artistas”.
 
Participam do projeto CA-BRA os artistas Denise Aguilar Huezo (El Salvador), Jullissa Moncada e Alejandro Flores (Nicarágua), Javier Calvo e Fabrizio Arrieta (Costa Rica), Carolina Caliento, Guilherme Peters, Fernando Pirata (SP, Brasil), Marcos Davi, Inácio Ribeiro Mariani, Raquel Versieux e Sara Lambranho (Belo Horizonte, Brasil). Durante aproximadamente vinte dias, os 12 artistas trabalharam em um atelier coletivo, em Belo Horizonte, criando a partir de suas experiências individuais e de conversas com Dora Longo Bahia (SP – Brasil), Marco Paulo Rolla (MG – Brasil) e Marcos Hill (MG – Brasil).


Sobre o CEIA
 
Fundado em 2001 pelo artista Marco Paulo Rolla e pelo historiador da arte Marcos Hill, o CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte tem como objetivo estimular atividades ligadas à criação e à divulgação da arte atual, promovendo intercâmbios diversos que reúnem em Belo Horizonte, artistas de várias partes do Brasil e do mundo. “O Visível e o Invisível na Arte Atual” foi o primeiro deles, em 2001, resultando numa publicação. Em 2003, foi a vez da “Manifestação Internacional de Performance (MIP1). O conteúdo do evento está registrado na segunda publicação do CEIA, “MIP – Manifestação Internacional de Performance” (2005). Realizado entre 2004 e 2005, o projeto experimental Espaços Cegos – Blind Spaces foi implementado pelo CEIA em conjunto com PULSE [Africa do Sul], e propôs uma troca de idéias e práticas intermediada pela Vídeo-Arte. A publicação, contendo um DVD com os vídeos de oito videomakers, foi lançada em 2006. “Pintura além da Pintura” foi o quarto evento promovido pelo CEIA, em 2006, contando com ateliês coletivos, mostras de filmes e um ciclo de palestras. Durante os 30 dias de duração do projeto, a pintura foi praticada e discutida, alargando, com isso, sua existência no momento atual. Em 2009, o CEIA realizou a segunda edição da “Manifestação Internacional de Performance”, com presença de mais de sessenta artistas brasileiros e estrangeiros, e contou com palestras, workshops e mostra de performances. Em 2010, o recorte curatorial foi dado pelo desenho como destaque da discussão. 

Quase Aqui
DANIEL SENISE

A individual Quase Aqui de Daniel Senise, apresenta um conjunto de pinturas e colagens, todas criadas em 2011, que agregam novos achados à lógica das já tradicionais paisagens arquitetônicas, nas quais o artista incorpora elementos retirados do espaço tangível que o rodeia. É o que ocorre na nova série de pinturas “Quase aqui” em que Senise se apropria dos tampos das bancadas usadas em seu ateliê, usando-os como suporte para a obra. Sobre as marcas e vestígios de anos de trabalho, Senise aplica tinta a óleo branca, criando um campo homogêneo e uniforme que aponta para um momento de reflexão acerca dos procedimentos que caracterizam sua obra.

Em três novas colagens, Senise agrega elementos orgânicos às suas paisagens arquitetônicas que destorcem a construção lógica da perspectiva. Procedimento similar, porém mais radical, reaparece no conjunto de novas pinturas em que o artista rompe com a estrutura arquitetônica de espaços internos, criando um ponto de fuga para os ambientes reclusos e desabitados que costuma retratar em suas obras.

Completa a individual uma nova colagem criada com páginas da enciclopédia “História Universal”. Nela, Senise constrói espaços modulares a partir das paginas da enciclopédia, retirando suas imagens e mantendo apenas parte de suas fichas técnicas, processo semelhante ao utilizado na série Skira, apresentado, recentemente, na 29a Bienal de São Paulo.

Casamento Sagrado
MARCO PAULO ROLLA
 
Obra apresentada na individual de Marco Paulo Rolla no Museu de Arte Moderna da Bahia, em 2010, Casamento Sagrado sugere questões ligadas a androgenia e magia da alquimia. Otimista, pois entende o homem como um ser evoluído e de alma superior, a série, por outro lado, enfatizada a inconstância e a fragilidade do homem empregando múltiplos materiais e imagens, estabelecendo entre elas um diálogo que ironiza os dogmas morais formatados da sociedade atual.  

COMO? ONDE? QUANDO?
Galeria Vermelho
Onde? Rua Minas Gerais, 350 – SP
Quando? Entre os dias 04 a 19 de Novembro de 2011. Horário:  Terça a sexta, das 10h às 19h, Sab das 11h às 17h
Quanto? Entrada gratuita 




Confira as baladas da véspera de feriado @ São Paulo!

1 11 2011

Se você pensou que seria Cinthya (garota de programa) errou feio com sua mente poluída! O significado é Cinthya (de cintilante ) já que #TODASBRILHA e G. P de Glow Party.

O DRESS CODE é obrigatório para que se tenha o efeito desejado, a parte de cima (ou total) deve ser branca ou fluorescente, você pode escolher sua montaria desde que atenda o código visual da proposta.

LINE UP:
Boss in Drama
Chernobyl
UHBreakers
Alex Sudati (B.Day)
Gabriel Rocha
Ricardo Gonzalez
Click

Door: Eduardo Laurino
Camarote: João Victor Arpi
Fotos: Gui Simi
Divulgação: Ivan Hot

COMO? ONDE? QUANDO?
Hot Hot
Onde? Rua Santo Antônio, 570 – Bela Vista – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h30
Quanto? Com nome na lista até 01h é VIP, após R$ 25,00 entrada ou R$ 50,00 de consumação. Sem lista R$ 30,00 de entrada ou R$60,00 de consumação. Lista para hothot@gmail.com
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Hoje tem estreia no Clube Glória com a festa Galaxie! Na palavra dos promoters, o esquema é esse: “ Acho que São Paulo estava precisando de uma nova festa nesses moldes em um club estruturado. Nós somos e gostamos do underground, mas nem por isso precisamos pisar na lama. Tudo para pessoas que querem simplesmente sair pra encontrar amigos, som bom em um lugar que ofereça uma estrutura bacana de luz, som e serviços e que não seja um lugar “vendido” à um esquemão que pareça fake.”

Tudo isso misturado a uma super temática futurista, espacial. Futurismo antigo, com muita sofisticação. Com muito Disco, House e todas as vertentes possíveis! Ainda com temática espacial e retrofuturista.

Line up de ar àgua na boca:
Gil Riquerme
Andrea Gram
Jeronimo Sodre
Renato Lopes

COMO? ONDE? QUANDO?
Clube Glória
Onde? Rua 13 de maio,830 – Bela Vista – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? Porta: R$40 de entrada ou R$80 de consumação
Lista do site: R$30 de entrada ou R$60 de consumação
Flyer: R$25 de entrada ou R$50 de consumação

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Quer dançar a madrugada toda, ver gente bonita e se divertir muito? A sua festa é no Bar Secreto. Com esse line up, não tem como ficar parado:

RRR – Roots Rock Revolution
Giovanna Rouvier
Marô Cortez
Killer on the Dance Floor

COMO? ONDE? QUANDO?
BAR SECRETO
Onde? Rua Álvaro Anes, 97 – Pinheiros – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? Com nome na lista até 0h30 R$ 30,00 de consumação. Depois R$ 50,00 de consumação
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O novo pop-up bar da Augusta abre as portas excepcionalmente nessa terça-feira, véspera de feriado, pra você poder encerrar sua tarde ou começar sua noite.

– Ping Pong, Pebolim, Sinuca, Dardos e Fliperamas
– Drinks exclusivos, comidinhas (nachos, hot dog, kebab).
– E a partir das 11:11 – Pinga Pongue. Tá curioso pra saber o que é? Então vem descobrir.

No comando da pick up:

Vinícius Grego
Leonardo Polo

COMO? ONDE? QUANDO?
PUMA SOCIAL CLUB
Onde? Rua Augusta, 2559 – Jardins – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 17h
Quanto? Das 17h às 20h entrada gratuita. Após R$20,00 de consumação
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Diversos DJs da cena de SP e arredores revezam-se toda terça-feira para besuntar o ALBERTA #3 com gordurosa seleção de jazz, r&b, soul, funk, disco e hip hop!

Nesta terça, especial de véspera de feriado, os DJs são o residente (e nosso vizinho da SÃO LUÍS) mestre MZK, o brasiliense BARATA (CRIOLINA), o paulistano JOÃO CIRIACO (BERLIN JAZZ NIGHT) e o carioca TABALIPA (ROYAL SOUL), além do dançarino espiritual SOUL DUBS, o homem dos sapatos alados!

COMO? ONDE? QUANDO?
ALBERTA #3
Onde? Av. São Luís, 272 – Centro – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 20h
Quanto? Entrada gratuita até 22h. Depois R$30,00 na porta ou R$20,00 com nome na lista no festanamantega@gmail.com (emails até 18h)___________________________________________________________________________________
 

O punk em clima de festa, dança e descontração está de volta à pista do Alley! Nesta véspera de feriado, a SUB comemora seu primeiro ano de vida!

Nossos amigos João Gordo, Daigo Oliva, Mateus Mondini e a Gigi assumem o comando das pickups para um set matador de punk e suas variantes mais dançantes à la Ramones, Clash, Blondie, UK Subs, Stiff Little Fingers, Dead Boys, Misfits, etc.

COMO? ONDE? QUANDO?
ALLEY CLUB
Onde? Rua Barra Funda, 1066 – Barra Funda – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? R$ 30,00 de entrada ou R$ 60,00 de consumação. Com cupom disponível no site R$15,00 das 23h às 0h
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Essa véspera de feriado o Sonique abrirá as portas do Cabaret para o Halloween. Tire a cinta-liga da gaveta, a máscara e se jogue num ambiente de pura sedução e horror.

Como sempre, quem vier montado, mascarado ou com uma peça de roupa vermelha ganha uma porção de Poison, um drink afrodisíaco poderoso.

Line up:
 Ullisses Campbell
Cris Pantojo
Fabio Abrahao
Performances:
Clóris Fontainebleau 
Nubia del Fuego 
Bellatrix Purr
Mezanino VIP e DJ set da festa Boyz:
Felipe Abe 
Beto Siqueira 
Tomás Tavares
 
COMO? ONDE? QUANDO?
Sonique Bar
Onde? Rua Bela Cintra, 461 – Consolação  – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 21h30
Quanto? A lista VIP vale até 23h30. Lista para (festacabaret@uol.com.br)
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Hoje tem a estreia da festana Desculpe o Auê, no sobradinho mais famoso de Sampa!  Festa regada a MUITO pancadão, pop, hip hop, afrobeats, tropical explosion e axé music e tudo mais o que couber no seu shortinho da sexy machine, que eu sei que esta guardado no fundo da gaveta!

Line up:
Katylene
Pedrowl
Drunk Disco
As ordinarias ( Leka Peres e Lais Pattak)
Nathalia Takenobu
Guarizo
Felipe Abe
 
COMO? ONDE? QUANDO?
FUNHOUSE
Onde? Rua Bela Cintra, 567 – Consolação – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? Com nome na lista R$30,00 de consumação ou R$ 15,00 de entrada. Na porta R$50,00 consumação ou R$25,00 de entrada. Lista: desculpae.party@gmail.com
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Os importantes nomes da noite paulistana, a agência de djs Modular, a festa Sin Art e a gravadora High Definition se unem para trazer pela primeira vez ao Brasil ZOE XENIA (SUARA), uma artista completa – Zoe Xenia (Connaisseur / Suara), Christian Hawk, DaDa Attack( Modular / Kompakt ), Paul Manzon, DJ Anna, Dre Guazzelli.

COMO? ONDE? QUANDO?
LAB CLUB
Onde? Rua Augusta, 523 – Consolação – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? Com nome na lista Mulher VIP até 2h, após R$20,00 entrada ou R$30,00 consumação. Homem R$35,00 entrada ou R$70,00 de consumação. Mulher R$30,00 de entrada ou R$50,00 de consumação. Homem R$ 45,00 entrada ou R$90,00 de consumação
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Os indies que você tanto ama. Os indies que você tanto adora dançar. Na sala de casa, no trabalho, na pista (e principalmente na pista!!). Músicas originais, com direitos àqueles errinhos ou intervenções clássicos nas gravações.
Nada de remix, zero pop.!

Pra quem precisa dos Strokes pra animar uma noite.
Pra quem que tem o Vaccines como banda obrigatória.
Pra quem voltou pro rock quando o Suede anunciou sua volta.
Pra quem mal se aguenta de ansiedade pra ver o Tom Verlaine.
Pra quem acha o Lightning Bolt um calmante natural.
Pra quem pagou por um cd ano passado.
Pra quem ainda vai à festa pra dançar a noite toda.
Pra quem gosta de ver o povo arrumado e bem bonito numa noite da Augusta.
Pra quem acha que Interpol é a coisa mais dançante já inventada.
Pra quem adora ouvir tudo antes, na pista.
Pra quem nunca mais vai esquecer o Beco com uma pista enlouquecida e suada a noite inteira.
Pra quem vai amar o Beco por proporcionar todo esse ROCK bonito.Essa edição chega mais tarde mas com a mesma empolgação.

COMO? ONDE? QUANDO?
BECO 203
Onde? Rua Augusta, 609 – Consolação – SP
Quando? Terça-feira, 01 de Novembro às 23h
Quanto? R$30,00 na porta ou R$20,00 na lista no site do Beco




> Esse sábado tem Decadance Halloween @ Alberta #3!

29 10 2011
> Esse sábado, 29 de Outubro tem Decadance Halloween @ Alberta #3!
 
Há exatamente um ano atrás fizemos uma festa especial de Halloween com o premiere do filme Surrealistica Uniferno, primeiro longa do coletivo Mater Suspiria Vision. A Decadance foi escolhida junto com outras 14 festas no mundo pra fazer essa estréia lisérgica desses que são uns dos pioneiros do hoje hypado Witch House.

Dessa vez a gente não vai ter filme, mas vamos fazer uma noite do mal com 4 amigas vampiras. As primeiras são Aline Taleban e Cassia Tabatini. Aline é DJ há um bom tempo e hoje é residente do Beat Club. Cassia é artista plástica e fotógrafa e vem trazer suas boas referências pra pista do Alberta. Juntam-se a elas Maritsa e Alemã, que de manhã são Marília Franco Rubio e Caterina Renaux. As duas trazem um set doido pra Decadance. Nunca tivemos tanta mulher tocando junto. Vai perder?!

Completam o lineup os 2 residentes da festa: Finotti e Rafa. Todos os sábados, unindo diferentes estilos musicais tendo o rock como elemento central, os 3 promovem a grande bagunça sonora da Decadance. Get used to it, you won’t regret!

COMO? ONDE? QUANDO?
ALBERTA #3
Onde? Av. São Luís, 272 – Centro – SP
Quando? Sábado, 29 de Outubro às 23h
Quanto? Entrada grátis até 22h, depois $35 (porta) ou $25 (lista) no lista@decadance.com.br (emails até 18h)